Nos dias 15 e 16 de maio, a ordem n’O Tribunal foi restabelecida. O 28.º Tuna M’Isto declarou que achado não é roubado, que uma minhoca na fruta só demonstra que é fresca e que uma advogada pode ser culpada no seu próprio julgamento.
As festividades começaram na noite de sexta-feira, dia 15 de maio. A magia das serenatas encantou o Coreto do Calhariz de Benfica, onde recebemos as nossas tunas convidadas: a ForTuna – Tuna Académica da Nova SBE, a TUBA – Tuna Universitária de Belas Artes, e a Quantunna – Tuna Mista da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
No segundo dia de festival, o Auditório Vitor Macieira transformou-se na sala do Tribunal de Baldios de Caneças. As tunas convidadas abrilhantaram a tarde de sábado, intercaladas por uma idosa que exagera nos depoimentos, um senhor chamado Amílcar que não percebe bem as coisas, e uma Ilustradora que afinal pode ser advogada de defesa.
Seguiu-se a entrega de prémios.
Melhor serenata – TUBA
Melhor pandeireta – Quantunna
Melhor estandarte – ForTuna
Melhor instrumental – TUBA
Melhor solista – TUBA
Melhor original – ForTuna
Melhor Adaptação – ForTuna
Melhor Arranjo Vocal – ForTuna
Melhor Tema – Quantunna
Melhor Tuna – ForTuna
Tuna do Público – Quantunna
Tuna Mais Tuna – ForTuna
A atuação da escstunis começou com a apresentação do seu mais recente original: Azadi. Escrita pela Carolina Deslandes, é uma representação musical de um grito de força para as mulheres de todo o mundo e hino da associação Setare, que apoia mulheres afegãs a prosseguirem os seus estudos em Portugal.
Entre as provas apresentadas, testemunhámos a passagem dos quatro novos tunos: Guilherme “Esgôt” Guedes, Henrique “Cueca” Jesus, Tai “Dentinho” Côrte-Real e Rafael “Casal” Garcia.
Após muitas canções, saltos e versos, o sentimento é de concretização por mais um fantástico Tuna M’isto!
Nada disto seria possível sem a ajuda dos nossos parceiros e apoios, a quem estamos muito agradecidos.
